• Já no que diz respeito à importância do código de ética na governança corporativa das empresas Bergamini Junior (2005) destaca que, com relação aos instrumentos e mecanismos de governança corporativa e ao ambiente de controle, deve ser avaliada a questão da responsabilidade da alta administração na definição dos limites éticos que balizam a atuação da empresa. Cabe ressaltar que este ponto está ligado ao controle de fraudes. E para que o risco da ocorrência de fraudes possa ser minimizado, o ambiente de controle deve prover um código de ética abrangente e manuais de conduta detalhados.
• A gama de instrumentos para inibição de fraudes tem sido ampliada com a percepção de que os códigos de ética genéricos constituem declarações de boas intenções sem efeitos práticos. Os manuais ou códigos de conduta detalhados são cada vez mais comuns, com algumas empresas adotando um manual para o âmbito corporativo e, adicionalmente, outros específicos para as atividades ou setores críticos, como a área financeira. A criação de um canal de denúncia de fraudes, por meio do telefone e da unidade de Ouvidoria, estão cada vez mais difundidos (BERGAMINI JUNIOR, 2005).
Ética, cidadania e responsabilidade socioambiental
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