• E isso é libertador! Pois com a constatação da subjetividade, ganhamos a liberdade de vivermos do nosso modo e deixarmos os outros viverem do seu modo. Ganhamos igualmente a liberdade de sermos autênticos, verdadeiros. Tiramos de nós o fardo de viver continuamente para impressionar os outros.
• Perdemos o medo constante de decepcionar os outros. Pois desco-brimos a subjetividade alheia: dentro dos outros também há inqui-etações, gostos, pensamentos, sentimentos, aversões etc. como há em nós.
• Pois como diz a canção dos Titãs (“Epitáfio”), “cada um sabe a alegria / e a dor que traz no coração”.
Ser Humano, Cultura e Sociedade • A construção da subjetividade
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